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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Microsoft permite 'downgrade' gratuito do Windows 8 para 7 Professional

Em janeiro desse ano compartilhei na minha Página no Facebook (www.fb.com/physistec) um artigo sobre reversão da instalação do Windows 8 para a versão Professional do Windows 7. Conversando com umas amigas na semana passada, percebi que ainda há usuários com esta necessidade. O passo-a-passo para o processo de downgrade pode ser encontrado no site da PC World, em inglês.

Segue na íntegra o artigo de Filipe Garrett para o TechTudo:

Usuário decidido a abandonar o Windows 8 Pro pode recorrer ao downgrade (Foto: Reprodução/PCWorld)
Quem não gostou do novo Windows 8, e tiver uma licença com suporte ao downgrade, pode voltar ao Windows 7 Professional ou Vista Business gratuitamente. A prática não é muito recomendada por fabricantes de máquinas com o sistema operacional, mas é permitida. Se você tiver um computador novo, que tenha Windows 8 Pro instalado, e um disco e licenças legítimas do Windows 7 Professional, é possível instalar a versão antiga com ativação normal da Microsoft – e sem custos.
Não são todos os computadores que permitem a manobra. Para realizar o downgrade, a licença do Windows 8, aplicada ao seu PC, precisa autorizar a prática. Descobrir isso envolve questionar o fabricante do seu equipamento e, no caso da licença garantir o direito, você precisa ter em mãos a mídia do Windows 7 Professional.

A PC World entrou em contato com a Microsoft e a desenvolvedora do sistema operacional declarou que todas as versões OEM do Windows 8 Pro permitem downgrade. Se esse for mesmo o caso, e você possuir uma cópia do Windows 7 Professional ou Vista Business, você pode abandonar o Windows 8. Se você não tiver a mídia, o downgrade não pode ser realizado. Tanto fabricantes de computadores, como a Microsoft, não disponibilizam os sistemas gratuitamente.

Tudo isso porque máquinas novas, comercializadas com a nova edição do Windows, não tem necessariamente hardware otimizado para o sistema anterior. Além disso, o usuário poderá ser forçado a realizar modificações na BIOS, desabilitando o Secure Boot do Windows 8 para que o computador reconheça o sistema mais antigo. Além disso tudo, depois de realizada a instalação, como há uma boa chance de a licença do Windows 7 que você aplicou já ter sido usada alguma vez, será necessário ativar, por telefone, a nova instalação.

Downgrade pode ser realizado em vários computadores

O Windows 8 Pro foi criado pela Microsoft com foco no mercado corporativo. Isso explica o suporte ao retorno para as edições anteriores, interessante para empresas que precisam de sistemas que se adequem às suas necessidades específicas. Por esse motivo, a Microsoft permite que, com uma única cópia do Windows 7 Professional ou Vista Business, o downgrade seja efetuado em vários computadores.

O processo todo pode não ser muito simples e seguro para o bom funcionamento da máquina, mas é uma opção para o usuário que realmente não se adaptou ao novo sistema operacional da Microsoft.
Fonte: TechTudo

terça-feira, 26 de julho de 2011

Usuário do plano de banda larga do governo não precisará pagar por provedor

Os usuários que contratarem as assinaturas básicas do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) com conexão de internet de 1 megabit por segundo (Mbps) por R$ 35 não precisarão pagar nenhum adicional para os chamados provedores de acesso, a menos que desejem usufruir de conteúdos exclusivos dos mesmos. 
"As operadoras serão obrigadas a oferecer um provedor gratuito", disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em entrevista à Agência Estado. "Mas, se o cliente for assinante de um portal, poderá optar por continuar pagando esse adicional", acrescentou.
Bernardo lembrou que a Telebrás firmou acordo com a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) para que o serviço possa ser ofertado já dentro do pacote básico de R$ 35. "Como queremos um serviço mais barato, o provedor já vai ser ofertado dentro do serviço", disse o ministro.
Ele ainda ressaltou que, quando a internet surgiu na década de 90, as especificidades técnicas da época exigiam a existência de provedores de acesso para fazer a intermediação entre os usuários e a rede mundial de computadores, o que não é mais necessário. Ainda assim, completou Bernardo, essas empresas continuarão a ter mercado. "Se o consumidor quiser ter uma informação diferenciada, pode buscar conteúdos exclusivos com esses provedores", concluiu. Estado
O barateamento do acesso à banda larga é uma das principais bandeiras do governo do PT e aliados. O valor de R$ 35 para acesso à internet com velocidade 1 Mbps fará com que o Brasil esteja entre os três países da América do Sul com acesso mais barato à rede mundial de computadores, segundo o próprio Bernardo. Esse valor entra em vigor a partir de 1º de outubro para as operadoras de telefonia, empresas de TV a cabo e provedores que aderirem ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Pelos cálculos do governo, até o fim do ano 800 municípios estarão com internet a R$ 35. Além da adesão das empresas privadas ao PNBL, o governo atua no "atacado" para disponibilizar a rede de fibra ótica da Telebrás, em instalação, a pequenos provedores em contratos que prevejam a oferta do serviço conforme o valor estabelecido no plano, diz o ministro. Segundo ele, até dezembro, a rede estará funcionando em São Paulo e Brasília.
A Bancada do PT na Câmara tem destacado a importância da implementação do PNBL, que garante ao mesmo tempo mais acesso a informações e a participação popular nos debates sobre o País. Conforme frisa o deputado Emiliano José (PT-BA), a internet ganhou dimensões estratégicas na sociedade atual, "pois é o espaço onde as pessoas se relacionam, se posicionam politicamente. E o governo federal está dando um passo importante para promover essa participação", afirma Emiliano.
Equipe Informes, com agências

terça-feira, 14 de junho de 2011

Erro WordPress 3.1 – Fatal Error: Allowed Memory Size Exhausted

Durante uma semana tive sérios problemas com a versão 3.1 do WordPress. Repentinamente não tinha mais acesso a um site, nem através do Painel, tampouco para fazer uma simples atualização, ocorrendo sempre o seguinte erro:
Fatal error: Allowed memory size of 33554432 bytes exhausted (tried to allocate 122880 bytes) in /home/usuario/public_html/wp-includes/pomo/mo.php on line 204
Depois de alguns testes, algumas pesquisas e tentativas encontrei uma solução.
No seu WordPress abra o seguinte arquivo:
wp-includes/default-constants.php
Edite a seção (global $blog_id;) do código para:
global $blog_id;
// set memory limits
   if ( !defined(‘WP_MEMORY_LIMIT’) ) {
      if( is_multisite() ) {
         define(‘WP_MEMORY_LIMIT’, ’64M’);
      } else {
         define(‘WP_MEMORY_LIMIT’, ’96M’);
}
}
Atenção, pois esse código não é válido para versões anteriores do WordPress.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Portal Software Público disponibioliza Sistema de Gestão de Bibliotecas GNUTECA

O portal do Software Público Brasileiro (SPB), coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), passou a hospedar duas novas aplicações para a área de educação: o SAGU (Gestão Acadêmica) e o GNUTECA (Gestão de Bibliotecas). Os sistemas foram desenvolvidos pela Solis (Cooperativa de Soluções Livres), com apoio do Centro Universitário Univates de Lageado, Rio Grande do Sul.

No último dia 28/03, ocorreu a solenidade de lançamento das soluções, já licenciados como softwares livres, na sede da Companhia de Processamento de Dados do RS (Procergs), em Porto Alegre.

A Gnuteca pode gerenciar entidades de pequeno, médio e grande porte. Seguindo padrões internacionais, como MARC21 e Z39.50, proporcionando uma enorme flexibilidade. Prova disso é a aplicação prática em bibliotecas de 100 a 250.000 exemplares. O sistema foi criado de acordo com critérios definidos e validados por um grupo de bibliotecários e foi desenvolvido tendo como base de testes uma biblioteca real, a do Centro Universitário Univates, onde está em operação desde fevereiro de 2002.

Desenvolvida internamente inicialmente, a instituição licenciou as soluções como Software Livre. Com intuito de fomentar o desenvolvimento regional, incentivou a criação da Cooperativa Solis, que hoje cumpre seu papel no mercado.

“Além de baixar e utilizar as ferramentas gratuitamente, o interessado ou entidade tem a liberdade de alterar o código das aplicações adequando-as a sua realidade e disponibilizar a nova versão para outras pessoas da comunidade”, diz o diretor do Departamento de Governo Eletrônico da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI), João Batista Ferri de Oliveira.

O software é aderente a padrões conhecidos e utilizados por muitas bibliotecas, como o ISIS (Unesco) e o MARC21 (LOC - Library Of Congress). Por ter sido desenvolvido dentro de um ambiente CDS/ISIS, o Gnuteca prevê a fácil migração de acervos deste tipo.

O sistema pode ser utilizado tanto na gestão de pequenos acervos particulares, como para acervos de mais de 100 mil exemplares. Por ser um software livre, e utilizar como base apenas outros softwares livres, não há limite prático no número de estações de atendimento, ilhas para consulta ou acesso através da Internet.


Para quem esta cadastrado no Portal basta acessar a comunidade diretamente pelo endereço


quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Nova identidade é lançada e 2 milhões terão documento na 1ª etapa

Primeiras cidades com RIC, que deve ser implantado no País em 9 anos, serão Brasília, Rio, Salvador, Hidrolândia, Ilha de Itamaracá, Rio Sono e Nísia Floresta

Solange Spigliatti - Central de Notícias

SÃO PAULO - Será lançado nesta quinta-feira, 30, em Brasília, o Registro de Identidade Civil (RIC), o novo documento de identidade dos brasileiros, que deve substituir o atual RG. As primeiras cidades a participarem do projeto piloto serão Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Hidrolândia, em Goiás, Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte, e Rio Sono, em Tocantins. Nesta primeira etapa, 2 milhões de brasileiros serão selecionados para receber o RIC. 

Divulgação
Divulgação
Parte de trás terá informações básicas do cidadão
A Carteira de Identidade continuará válida pelo menos até que todos os cidadãos brasileiros tenham sido recadastrados, segundo informações do Ministério da Justiça. A implantação do RIC ocorrerá em um período de 9 anos com etapas graduais de implantação. 

O novo documento conta com diversos mecanismos de segurança, além de um chip, onde estarão armazenadas as impressões digitais do titular e informações como sexo, nacionalidade, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, local de expedição, data de expedição, data de validade do cartão e dados referentes a outros documentos, como título de eleitor e CPF.

Segundo o Ministério da Justiça, com o RIC, cada cidadão passa a ter um número único baseado em suas impressões digitais do Cadastro Nacional de Registro de Identificação Civil, que estará integrado com as bases de dados dos órgãos de identificação dos estados e do Distrito Federal.

Os cartões RIC emitidos em 2011 serão custeados pelo Ministério da Justiça e não terão custo para o cidadão ou para os institutos de identificação. O investimento no primeiro ano será de cerca de R$ 90 milhões. Para os próximos anos, o Comitê Gestor do RIC vai definir a origem dos recursos que vão custear as emissões, sendo possível, inclusive, parcerias público-privadas e financiamento internacional.

O lançamento acontece no Salão Negro do Palácio da Justiça, às 12h, e contará com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, do diretor do Instituto Nacional de Identificação, Marcos Elias de Araújo, do diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Renato da Silveira Martini, e do presidente da Casa da Moeda do Brasil, Luiz Felipe Denucci, entre outras autoridades.

Fonte: Estadão

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Proposta sobre crimes virtuais ainda é polêmica na Câmara

Mesmo depois de mais dez anos de tramitação no Congresso, permanecem as controvérsias sobre o projeto que trata dos crimes cibernéticos (PL 84/99). O ponto mais polêmico do texto, que foi aprovado pela Câmara em 2003 e voltou do Senado em 2008, é a obrigatoriedade de os provedores armazenarem por até três anos as informações de conexão dos usuários. Embora o projeto tramite em regime de urgência, as comissões que tratam do tema não chegaram a votar seus pareceres até o final deste ano. Com isso, a votação ficou para a próxima legislatura.

O substitutivo apresentado em novembro pelo relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), obriga provedores tanto de acesso quanto de conteúdo a armazenar informações como IP (número que identifica uma conexão à internet), data e hora da conexão. Os provedores de acesso realizam a conexão do usuário à rede de computadores e podem oferecer também serviços associados, como e-mail, hospedagem de sites e blogs. Já os provedores de conteúdo fornecem conteúdo para distribuição online.

A versão do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) determina essa obrigação apenas aos provedores de acesso. Consta também do texto que veio do Senado a tipificação das condutas a serem consideradas crimes virtuais, como disseminação de código malicioso e distribuição de informações sigilosas.

Como o texto do Senado obriga provedores a guardar informações de tráfego (sobre quem se conectou com quem, a que horas, por quanto tempo etc.), o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), integrante da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, reclama que a lei permitirá a essas empresas quebrar o sigilo dos usuários sem autorização judicial. “Além disso, o texto não prevê como as informações devem ser armazenadas”, criticou. Teixeira avalia que, diante dessas incoerências, o projeto “dificilmente vai prosperar na Câmara”.

Emendas supressivas

Teixeira enfatiza que há também problemas regimentais com o relatório de Regis Oliveira. Como já foi aprovado na Câmara e modificado no Senado, “o texto agora poderia receber somente emendas supressivas”, explicou.

O relator na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, deputado Julio Semeghini (PSDB-SP), concorda que a versão atual não tem condições de ser aprovada: "Teria de ser construído um texto, parte da Câmara, parte do Senado, que, mesmo assim, precisaria de alguns destaques supressivos, sustenta. Estamos tentando construir esse acordo com o deputado Paulo Teixeira, com o PT e com o Ministério da Justiça."

Para viabilizar a aprovação, Regis Oliveira se diz disposto a modificar seu relatório. Ele pode, por exemplo, suprimir a parte que obriga provedores a guardar os dados. "Vamos tipificar os crimes e deixar o resto para depois; isso passa facilmente na Câmara, podemos até aprovar o texto original do Senado", propõe.

Preservação de dados

Semeghini, entretanto, questiona os argumentos contrários à preservação dos dados de acesso. "Dizem que não querem que seja quebrada a privacidade do cidadão, mas o que acontece é exatamente o contrário", afirma.

O parlamentar lembra que hoje os provedores já podem armazenar todos os dados de conexão, e "a grande maioria guarda". No entanto, ressalta "guardam de qualquer jeito", porque não há regra para garantir que isso seja feito em lugar seguro.

Sendo assim, destaca, "quando vazam essas informações, não é responsabilidade de ninguém, e na verdade a privacidade do cidadão já está quebrada". E o pior, em sua opinião, é que repassam esses dados para órgãos investigativos sem autorização do juiz. "O que queremos é assegurar a privacidade. Quando for caracterizado um crime, e o juiz autorizar, o acesso será permitido apenas às informações de tráfego", enfatiza.

A necessidade de mandado judicial para que investigadores tenham acesso aos dados dos usuários da internet foi suprimida do texto por Regis de Oliveira. Ele próprio, no entanto, reconhece que a alteração "é questionável". "Isso também é discutível", afirma.

Especialista em Direito Digital, o advogado Alexandre Atheniense também considera importante preservar as informações de acesso, pois sem eles não há como definir a autoria em caso de crime. No entanto, na sua opinião, é mais importante aprovar a tipificação dos crimes.

(*) Matéria atualizada às 14h52.

sábado, 6 de novembro de 2010

Empresas de tecnologia lideram movimento de fusões e aquisições

Levantamento da Price mostra que 53 negócios foram fechados de janeiro a setembro na área de TI, crescimento de 25% em relação a 2009

Alexandre Rodrigues, de O Estado de S. Paulo

RIO - O ambiente de negócios favorável e o interesse crescente de fundos de investimentos está aquecendo a consolidação na área de tecnologia da informação (TI). Um levantamento da PricewaterhouseCoopers feito para o Estado mostra que o setor contou 53 operações de fusão ou aquisição de participação societária até setembro, 25% a mais do que no mesmo período de 2009.

Segundo a consultoria, o segmento de TI continua liderando o movimento de fusões e aquisições no País, concentrando quase 10% dos negócios desse tipo este ano. Entre 2007 e 2010, o número de transações no setor dobrou, num crescimento contínuo que não foi afetado pela crise. Para Alexandre Pierantoni, sócio da Price, a consolidação no setor foi impulsionada pelos fundos de private equity (de investimento em empresas), muitos deles estrangeiros.

A participação dos fundos nas operações de consolidação vem crescendo em vários segmentos, chegando a 43% do total este ano, mas Pierantoni destaca o apetite mais visível pela tecnologia. O potencial de crescimento é a grande aposta. O mercado de TI no País movimentou quase R$ 20 bilhões em 2009. Projeções indicam que a cifra deve chegar a R$ 29 bilhões em 2013.

"Este é um setor ainda fragmentado, com muitas oportunidades de consolidação, e que tradicionalmente precisa de aportes de recursos para a expansão. O Brasil tem demonstrado capacidade nessa área, com empresas que já atingiram padrões internacionais e que também compram outras. Como há muitas operações de pequeno e médio porte, o setor se destaca", diz.

Atração

Além do potencial do setor, o aumento do investimento das empresas em tecnologia, políticas como o Plano Nacional de Banda Larga e linhas de crédito especiais do BNDES têm chamado a atenção de fundos estrangeiros. O Silver Lake Partners, por exemplo, um gigante de US$ 14 bilhões, deu seu primeiro passo no Brasil ao comprar, em setembro, uma participação na Locaweb. A empresa hospeda 23% dos sites brasileiros e se destaca na computação em nuvem.

Numa operação bem mais ambiciosa, o grupo Apax Partners também escolheu uma empresa de TI para seu primeiro investimento no Brasil. Em maio, comprou 54,25% do capital e o controle da Tivit, líder em serviços integrados no País, por R$ 873 milhões. Fruto da fusão de empresas, a Tivit cresceu rapidamente sob a liderança do ex-tenista Luiz Mattar. Ele manteve 2,2% das ações e a presidência após o negócio, que levará ao fechamento do capital.

Edson Matsubayashi, diretor de Relações com Investidores da Tivit, diz que a manutenção da liderança de Mattar é mais um sinal de que a estratégia da companhia não mudou. "Nossa atuação diversificada, que não é muito comum fora do Brasil, foi um dos aspectos que atraiu o Apax. A ideia é manter o crescimento orgânico e com aquisições que nos tragam novas competências", diz o executivo.

Outra brasileira que cresce com aquisições, a Totvs consolidou a liderança na área de software com a compra da Datasul há dois anos. Desde então, a receita líquida cresceu 36,4%, atingindo R$ 833,7 milhões no terceiro trimestre deste ano. A empresa fez quatro aquisições este ano.

Para também ir às compras, a Cyberlynxx recebeu, em julho, um aporte do fundo mineiro FIR Capital em troca de uma fatia de 25%. Segundo o sócio fundador da empresa, Marcelo Astrachan (ex-Accenture), a entrada do fundo deu à pequena empresa voltada para integração de soluções e segurança de sistemas a capacidade de investir até R$ 35 milhões nos próximos três anos.

"Ser escolhido por um fundo do porte da FIR é um upgrade, nos dá visibilidade. Passamos a ser procurados por outros fundos, inclusive estrangeiros. Mudou até mesmo a receptividade na abordagem das empresas alvo, que sentem que temos estrutura para discutir concretamente uma compra", diz Astrachan, que contratou consultorias para garimpar aquisições. "Há excelentes oportunidades, temos processos em andamento."

Fonte: Estadão

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Jornalismo, uma ova!

Depois de quase terminar o desenvolvimento de um WebSite, fui navegar sem destino prévio pela Internet. Entre lidas nos e-mails, nos recados deixados no Orkut, no Facebook, verificar o que rolava pelo Twitter, fui então navegar em alguns Blogs. Me deparei com uma publicação de fevereiro de 2010 no Blag do Alex Medeiros (isso mesmo, você não leu errado, é Blag mesmo) sobre jornalismo e um monte de informações desnecessárias que aparece a cada segundo no cyberespaço. Não mudou muita coisa do início do ano pra cá, a não ser o número incontável de pessoas que aderiram ao Twitter (inclusive eu).

Segue, na íntegra o texto:

Jornalismo, uma ova!
A atriz pornô provoca uma atriz “globô” e sentencia que se a dita admite a existência do beijo técnico, então obviamente haverá o boquete técnico. O jovem empresário avisa que a farra está “bombando” na varanda do seu vizinho, que é engenheiro.

Uma senhora transmite para o que ela pensa ser o mundo a apuração de uma eleição aonde o campeão de votos obteve apenas 17 sufrágios. Duas jovens jornalistas trocam posts tecendo comentários sobre o vestuário e gestos dos artistas do Grammy.
 
Um político de esquerda ressalta a gentileza de um prefeito de direita durante mais uma das tantas festas que viraram grandes jogadas para desvio de verba pública. O garotão diz ao amigo que só segue as bonitonas, só pra ficar vendo o que elas conversam.

Num papo atravessado entre quatro ou cinco rapagões, um avisa que o sonho do outro é ser igual a um terceiro, que por sua vez adora imitar um quarto. A cinquentona informa aos seguidores que um certo político acaba de tomar água de coco; enquanto uma outra diz toda solene que um senhor poderoso acaba de lhe telefonar em pessoa.
 
O diretor de empresa escreve em maiúscula um cumprimento abrindo o dia para seus próprios funcionários. Alguém avisa com ar de Cid Moreira virtual que um recém-desquitado foi expulso de uma festa por assediar a própria aniversariante.
 
Um deputado rasga seda para uma vereadora e já anexa juízo de valor no gesto sugerindo que o Brasil inteiro saiba da maravilhosa iniciativa da amiga. Em apenas 5 minutos, um enxame de gente “do bem” filosofa contra o meio ambiente.
 
Outro parlamentar, narrando suas andanças atrás de votos no interior, diz que o único assunto de interesse do povo é futebol, sem nem desconfiar da insignificância da própria andança. A gatinha jura que não ficou com o paquera da colega de escola.
 
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez ou mais jornalistas se plantam no computador para emitir, a cada dois segundos, notícias que todo internauta já viu nos portais, na TV ou nos jornais. Alguns chegam a reproduzir em tempo real o portal Terra.

Entre uma consulta e outra, um médico aproveita a interação virtual para publicar algumas drogas verbais. Dois candidatos a intelectuais decidem elencar os 10 melhores filmes da última quinzena e pensam ser seguidos na empreitada por milhares.

O jovem artista comunica a quem interessar possa que sua irmã engravidou e que seu cunhado está feliz, enquanto um artista velho aconselha uma universitária a ouvir com atenção os discos de Arrigo e ler os poemas de Ana Cristina Cesar.

A velha militante comunista tenta chamar a atenção da moçada para uma campanha moralizante, mas a tropa parece seguir noutra parada. O alegre publicitário clama por companhia numa balada que vai rolar e a advogada pergunta quem chupou quem no BBB 10.
Uma guria retuíta uma frase de auto-ajuda que ela jura ser do amigo que ela julga um cara genial. Carcomido pelo ferrugem do provincianismo, o rapaz comenta sobre um clássico em Mossoró como se falasse da decisão de uma Copa da UEFA.

Cego pelo evangelismo petista e pelo bom troco de um cargo comissionado, o filiado compõe um fake para tentar no Twitter desmoralizar uma tese assinada pela UNESCO. A amiga do político bêbado vomita em sua página notícias glamourosas do cara e uma arquiteta comenta da infra e dos decorativos de um casamento que foi no dia anterior.

Todo “mamãe, sou todo gênio!” um professor indica o link de um site sobre tampas de garrafa.
O assessor de governo mostra gráficos que comprovam o maravilhoso quadro nos setores de Saúde, Segurança e Educação no Estado. Já a estudante de Direito concorda com o amigo bombado que deu um “chega pra lá” num flanelinha em Pirangi.

Todos os dias, por 24 horas ininterruptas, assuntos como esses são publicados por segundo na grande rede social do Twitter, que agora é chamado de “rede de informação” por ninguém menos que o cara que o inventou.

Há uma minoria publicando coisas úteis, indicando boas reportagens e textos de opinião e análise, mas a maioria esmagadora polui o ambiente com o mesmo lixo que inviabilizou o Orkut. E é esse lixo que muita gente inteligente acha que podemos chamar de jornalismo. Mas não é mesmo, #tiremopassarinhodachuva.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Candidatos negligenciam interatividade ao faltar a debate, dizem especialistas

Por Isis Nóbile Diniz, da Redação Yahoo! Brasil

A recusa de candidatos em participar de debates durante a campanha, ao mesmo tempo em que se discute o impacto positivo das mídias digitais no exercício da cidadania, frustra eleitores e traz preocupação para cientistas políticos e especialistas em redes sociais.

“Mais do que uma negligência, é uma ofensa ao princípio democrático no qual eles pretendem se legitimar”,  escreveu Renata, leitora do portal Yahoo! Brasil, ao comentar a recusa dos presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) em participar do primeiro Debate On-line realizado pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!.

O debate seria o primeiro passo para os internautas conhecerem com mais intimidade os candidatos das eleições deste ano. “A importância do debate é, exatamente, a reunião de vários portais o que socializa e racionaliza a questão”, acredita Vera Chaia, professora do Departamento de política da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Segundo ela, a reunião de portais ampliaria a discussão e daria maior visibilidade aos programas de governo. “Não é um único portal ou emissora transmitindo apenas para seus usuários, mas são vários. Os quais os internautas poderiam acompanhar no portal de acordo com a sua preferência”, explica a professora.

Para Tiago Cordeiro, consultor de redes sociais, se os candidatos conseguissem engajar o público da internet – a maioria formado por jovens – , poderiam formar eleitores interessados em política e que não votariam apenas por obrigação. “Dilma e Serra perderam a chance de fazer algo que ajudaria o país, inclusive, nas próximas eleições. Eles não agiram como estadistas, o que seria ideal para a nação, pensaram apenas como candidatos”, afirma Cordeiro.

Cláudio, leitor do portal Yahoo! Brasil, desabafou nos comentários do site especial Eleições 2010: “Como é que querem ser presidentes, líderes de uma nação continental, se nem ao menos cumprem uma agenda previamente combinada?”. José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) haviam confirmado presença, mas o político recuou.

Política 2.0
Apesar de os especialistas acreditarem que a internet ainda não é decisiva na campanha eleitoral, todos concordam que ela amplia a participação política da população. “A internet tem maior peso a cada dia; é uma tendência inevitável. As crianças de dez anos que não leem jornal em papel nem veem telejornal hoje, focam na internet. Se você menospreza o meio, isso se reflete, consequentemente, nos eleitores a longo prazo”, diz Alexandre Inagaki, consultor de mídias digitais e colunista do Yahoo!.

Em comparação com a campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que usou intensamente a web, Inagaki afirma que os presidenciáveis brasileiros ainda não têm dimensão do ciberespaço para engajar os eleitores em sua causa. “Os políticos brasileiros não entenderam a interatividade da rede mundial”, afirma.

Cordeiro busca explicações no Twitter dos candidatos. “É decepcionante o Serra não ir ao debate, pois ele é o que melhor usa o Twitter nas eleições aparentando ser transparente. Agora, nos faz pensar que, na realidade, ele vê o Twitter apenas como um diário e não como uma ferramenta para se mostrar ao eleitor”. Com relação à Dilma, “não surpreende ela evitar o debate; o Twitter dela é institucional, não conseguimos perceber a personalidade dela”.

Debate
Os portais iG, MSN, Terra e Yahoo! decidiram, na noite de quinta-feira, cancelar a realização do 1º Debate On-Line Presidenciáveis 2010, que seria realizado na próxima segunda-feira, dia 26 de julho, às 15 horas. A decisão foi tomada após Serra declinar da participação previamente confirmada.

Dilma recusou oficialmente o convite na terça-feira. No início da noite de quinta, depois de ter confirmado presença formalmente, a coordenação de comunicação da campanha tucana informou à organização do evento que Serra não participaria. Assim como a petista, o tucano também alegou problema de agenda. A candidata Marina Silva havia confirmado sua presença. Juntos, os quatro portais receberam 9.495 questões destinadas aos presidenciáveis – sem somar o que foi enviado via Twitter.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Brasil terá o 1º debate das eleições 2010 pela internet nos portais IG, MSN, Terra e Yahoo! no dia 26 de julho

Os portais iG, MSN, Terra e Yahoo! abrem as rodadas de debates das Eleições 2010 com os candidatos à Presidência da República, na internet, em uma iniciativa inédita, no dia 26 de julho.

Ao vivo e 100% digital, o Debate On-Line 2010 será transmitido simultaneamente nos quatro portais, que representam 23 milhões de usuários únicos, atingindo 95% dos internautas de todo o país, segundo relatório do Ibope NetRatings, de junho de 2010.
Diferentemente dos debates tradicionais, o Debate On-Line 2010 promovido pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo! terá o usuário da internet como foco central na interação com os candidatos, com canal aberto no Twitter nodebateonlinebr para envio de perguntas no dia do evento.

Os candidatos estarão frente a frente com o eleitor, pela internet, durante 90 minutos, das 15h00 às 16h30, período de maior audiência nos quatro portais.

Serão convidados os candidatos que apresentaram mais de cinco por cento da intenção de votos, segundo a pesquisa Ibope, no mês de junho.

A data, inicialmente prevista para 31 de agosto, foi antecipada após alinhamentos entre os portais e os coordenadores das campanhas dos presidenciáveis. A medida foi tomada em respeito às agendas dos candidatos que terão trabalhos acelerados com o corpo a corpo com os eleitores, em todo o país.
O debate será aberto pelos próprios candidatos fazendo perguntas entre si sobre os temas que os internautas irão sugerir pelos portais, nos dias que antecedem o encontro. Em seguida haverá perguntas dos jornalistas dos portais e dois blocos de perguntas dos usuários.

Dividido em quatro blocos a interação com os candidatos convidados será integralmente pautada pelos internautas, o que fortalecerá o processo democrático num debate com a própria sociedade.

Fonte: Portal MSN

sábado, 10 de julho de 2010

Banda larga: Consumidores podem cancelar serviço sem pagar multa

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) alerta aos usuários do serviço de banda larga que eles podem cancelar o serviço sem pagar multa, se não estiverem satisfeitos com a velocidade oferecida pelas operadoras. A orientação vale para as empresas Net (Virtua), Oi/Brasil Telecom (Velox) e Telefônica (Speedy), mesmo que esteja vigente o período de fidelização.

Em março deste ano, o Idec obteve uma liminar da Justiça Federal em São Paulo que determinou que as empresas alertem de forma clara e ostensiva nas publicidades televisivas de banda larga que a velocidade anunciada para o acesso à internet é a máxima virtual, podendo sofrer variações decorrentes de fatores externos. A mesma decisão determinou a possibilidade de cancelamento do serviço.

Recentemente, o Idec comunicou à Justiça que as empresas não estão cumprindo a liminar, e pediu a aplicação de multa de R$ 5 mil por dia a cada empresa e a suspensão da comercialização do serviço até que as operadoras cumpram às normas da decisão. A ação civil pública diz que a advertência deve permanecer legível durante todo o tempo em que a publicidade é veiculada.

No site do Idec, está disponível um modelo de carta para enviar à operadora, pedindo a rescisão do contrato.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a NET disse que a velocidade de transmissão de dados está sujeita as limitações inerentes a própria internet, as quais a prestadora do serviço não tem ingerência fora de sua rede. “Esta situação está prevista em contrato, é informada aos consumidores na publicidade e no ato da contratação do serviço, e está disponível no site da empresa”, afirma a operadora. A Oi disse que já cumpre as obrigações impostas pela liminar em relação à publicidade e a Telefônica informou que não irá se pronunciar sobre o assunto.

Fonte: Rede Brasil Atual

domingo, 11 de janeiro de 2009

Segurança em seu computador

Como profissional de Informática, me sinto no dever de informar aos leitores sobre algumas dicas de segurança em suas máquinas. E já que a grande maioria, ainda, utiliza o Windows da Microsoft, como seu sistema operacional, indico alguns aplicativos para que não caiam nas mãos dos Crackers do Cyberespaço. Numa tradução rápida e e prática, Cracker é um Hacker do mal. Que invade seu computador para conseguir números e senhas de contas bancárias e cartões de crédito, e ainda de quebra apaga seus arquivos.

O que me incentivou a escrever sobre isso, foi quando me conectei à internet na casa de um primo e quando abri rapidamente o Live Messenger para verificar meus e-mails, algumas pessoas me encaminharam mensagens reclamando que eu estava enviando arquivos de vírus para seus computadores. A partir daí, identifiquei que a máquina do meu primo estava infestada de vírus, a maioria deles do tipo Trojan Horse (Cavalo de Tróia).

Imediatamente tomei as providências necessárias para limpar o computador. Foi quando começou a batalha. Havia um antivírus, dessas versões gratuitas. Porém, não era o sufuciente para proteger os dados daquela máquina.

Instalei um antivírus mais potente e atualizado, um software para limpeza no MSN e isso já bastou para que aquele computador não enviasse mais mensagens indesejáveis aos seus contatos por e-mail, pelo Orkut ou pelo MSN.

Para quem sofre com estas mensagens, indico um programa para isso, é o BankerFix.

Pequeno, rápido e eficiente. Mas, é importante também, atualizar o seu antivírus periódicamente. Pois, como a grande maioria dos usuários utilizam Windows, MSN e Orkut, cotidianamente surgem novas versões de vírus na rede mundial que afetam nossas máquinas.

Segue abaixo uma lista de programas que podem ajudar na segurança de seu computador:

Kaspersky (http://www.kaspersky.com.br/), protege seu computador contra vírus, cavalos de Tróia, spyware, rootkits e outros programas mal-intencionados. Além disso, o Kaspersky Anti-Virus 7.0 mantém seus e-mails e suas mensagens instantâneas a salvo dos perigosos worms. Os métodos de detecção reativa são combinados com as mais novas tecnologias proativas, fornecendo uma segurança equilibrada e eficiente, enquanto as atualizações automáticas garantem uma proteção ininterrupta e sua tranqüilidade.

NOD32 (http://www.eset.com.br/), Este programa oferece proteção integrada e em tempo real contra vírus, worms, cavalos de tróia, spywares, adwares, phishing, rootkits e hackers. Ele figura a Tecnologia ThreatSense®, e protege igualmente computadores isolados e redes contra novas e evoluídas ameaças, mais que marcas populares como McAfee, Symantec e Trend Micro, de acordo com AV-Comparatives.org. De todos juntos, o ESET NOD32 oferece detecção e performance superiores, e um dos menores impactos disponíveis no desempenho dos equipamentos.

SpyBot Search and Destroy (http://www.safer-networking.org/), software gratuito, pode ser baixado em diversos sites. Programa que elimina malwares, spywares e adwares, como a maioria dos buscadores de malware, o Spybot-S&D explora o HD ou a memória RAM do computador em busca de softwares maliciosos, pois mesmo que você não saiba, seu computador pode estar infectado, devido à grande quantidade de spywares diferentes espalhados pela internet ou anexos a programas que eventualmente podem ser instalados em seu computador.

BankerFix, é uma vacina contra worms e cavalos de tróia que roubam senhas de banco, Paypal, Orkut e MSN. Estas pestes são brasileiras e seu principal alvo são os internautas brasileiros, o que torna infecções por Bankers, como são chamadas estas pragas, comuns. O suporte ao BankerFix é prestado por meio do Fórum Linha Defensiva, na área BankerFix. (http://www.linhadefensiva.org/bankerfix/).

CyberScrub Privacy Suite 5 (http://www.cyberscrub.com/), software utilizado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América. O modo mais seguro e mais completo para proteger sua privacidade de fraude e roubo de identidade. Aantigamente conhecida como CyberScrub Professional Edition é um aplicativo de elevado grau de segurança militar. Foi projetado para ajudá-lo a eliminar completamente as informações sensíveis do seu computador, internet, proteger sua privacidade e melhorar o desempenho do sistema. Apague todas as provas de atividades online, apague e-mails, arquivos, Rastreamento P2P e muito mais!

RegCleaner (http://www.tweaknow.com/), programa gratuito que faz uma limpeza no Registro do Windows, eliminando dados inválidos deixados por aplicativos.


E lembrem-se sempre de atualizar seus programas de proteção. Pois, sem isso, seu computador poderá estar vulnerável em poucos dias!!!

domingo, 7 de dezembro de 2008

Rio sedia congresso internacional de software livre

FreeSoftwareRio 2008 - Congresso Internacional de Software Livre para o Setor Público

A cidade do Rio recebe em dezembro debates sobre a utilização de software livre na gestão pública. O FreeSoftwareRio 2008 – Congresso Internacional de Software Livre para o Setor Público – acontecerá no Centro de Convenções da Bolsa do Rio, na Rua do Mercado, Praça XV de Novembro, Rio de Janeiro.
O evento pretende ampliar o caminho do software livre para a utilização na administração pública. Segundo a organização, o uso desse tipo de programa é uma tendência mundial na iniciativa privada.
“A informatização do setor público não se resume a simplificação ou mera modernização de serviços, mas sim à conquista da cidadania, valorização do funcionário público, de sua capacitação, autonomia e liberdade, sem falar no acesso à uma linguagem universal”, explica a organização.
Entre as presenças confirmadas, estão o engenheiro de software e cores da Dreamworks, Karl Rasche, e do co-fundador do Linux Greenhousede Timothy Ney. Um dos painéis do congresso irá discutir as política de incentivo para o software livre no país.
A organização do FreeSoftwareRio 2008 disponibiliza um site para mais informações: http://freesoftwarerio.tempsite.ws/site/.

O Evento

O cenário da informatização da gestão pública brasileira está em franco desenvolvimento. Nos últimos anos muito já foi feito no sentido de otimizar a gestão pública e unificar a comunicação entre os diversos órgãos e departamentos, seja na esfera municipal, estadual ou federal. No entanto, ainda existem muitos desafios a serem vencidos. Não bastasse a falta de recursos, há ainda as barreiras políticas, culturais e sociais que impedem a modernização da máquina pública pelos gestores da tecnologia da informação. A informatização do Setor Público não se resume a simplificação ou mera modernização de serviços, mas sim a conquista da cidadania, da valorização do funcionário público, de sua capacitação, autonomia e liberdade, sem falar no acesso a uma linguagem universal.

Mas como modernizar sem que isso represente grandes investimentos? Como fazer mais e melhor e ainda por pouco? Essas questões, presentes na administração pública, têm sido levantadas e o Software Livre pode surgir como resposta. Apesar de ser uma tendência mundial, principalmente na iniciativa privada, o Software Livre ainda possui um amplo caminho a conquistar no cenário da informatização da gestão pública brasileira. Cientes desse quadro, respeitáveis nomes decidiram reunir esforços para fazer com que o mercado do Software Livre não fique restrito à iniciativa privada. Nesse importante grupo de forças estão o presidente do SERPRO - uma das maiores empresas de informática da América Latina -, Marcos Mazoni, um dos precursores dos sistemas de informática em softwares livres no Brasil e presidente do PRODERJ - empresa de processamento de dados do Rio de Janeiro -, Paulo Coelho, que ao longo de cinco anos apóia a realização do Fórum de Software Livre no Rio de Janeiro. A reunião dessas forças fez surgir o FREE SOFTWARE RIO 2008 – Congresso Internacional de Software Livre para o Setor Público. Com a idéia já implantada, outras três importantes empresas do Governo aderiram à iniciativa viabilizando a sua realização. São elas DATAPREV, através do seu presidente Lino Roque Kieling, os CORREIOS, através do seu Diretor de Tecnologia Menassés Leon Nahmias e CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, através da sua Vice-presidente de Tecnologia, Clarice Coppetti.Tendo também como objetivo a geração de negócios para a iniciativa privada, o FREE SOFTWARE RIO 2008 reuniu a chancela de empresas que entenderam a importância do evento e muito prontamente o apoiaram financeiramente. São elas BULL, IBM, METASYS, ORACLE e UNISYS.O Rio de Janeiro foi escolhido por ser uma das referências do Brasil, uma cidade que tem a menor marca de preconceito no país e que tem na sua imagem a positividade, um sentimento fundamental para o Software Livre. E está também no Rio de Janeiro a NETWORK EVENTOS, empresa que, com muita honra, assina a organização desta primeira edição.

Agenda

Para acompanhar a Agenda, vá até o site no endereço:
http://freesoftwarerio.tempsite.ws/site/pagina/agenda

Sei que a notícia foi em cima da hora. Mas, quem estiver interessado e quiser participar, é uma boa oportunidade para se inteirar mais sobre o assunto.

Para mais informaçoes utilize o formulário disponível no site do evento ou entre em contato pelo telefone: (21) 3325-6200 ou pelo email:

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